oficinas

Manhã | 9h30

Tecnologias Sociais: Mapeamentos Culturais

com Ana Paula do Val (MALOCA) e Thiago Hoshino (MALOCA/RENAFRO/PPGD-UFPR)

Os mapeamentos culturais têm sido objeto e instrumento de diversas iniciativas na gestão pública e privada da cultura, no que diz respeito à implantação de experiências na área cultural. A maioria destas experiências de mapeamento têm utilizado o meio digital e hiperconectado como meio para mapear agentes, artistas, produtores/as, dentre outros/as protagonistas. Ainda, em menor proporção, encontramos experiências de mapeamentos culturais mais empíricos. Estar no campo e conhecer o território e as interações sociais faz parte do processo de cartografar modos de viver e de compreender a diversidade cultural destas territorialidades. A experiência empírica e a virtual podem ser complementares. A oficina pretende apresentar estes contextos, por meio de um arcabouço conceitual e prático, trazendo estudos de casos que possam colaborar para reflexões sobre mapeamentos no contexto da diversidade cultural, das novas tecnologias, métodos, recortes para as políticas públicas e transversalidades com outras áreas. Ainda, pretende-se fazer uma reflexão crítica sobre experiências de mapeamentos realizados com softwares livres e geolocalizados. Finalmente, A partir da experiência de inventariamento de espaços sagrados afro-brasileiros em Curitiba e Região Metropolitana, realizada no projeto Lugares de Axé, pretende-se discutir os (contra)usos possíveis da cartografia e das políticas culturais para o combate ao racismo e a proteção dos povos tradicionais de terreiro.

Dia 09/10/17 | 9h30 | 30 vagas

Local: Florestan Fernandes 1/PTI

 

Etnografia de Acessibilidade na Tríplice Fronteira

com Karine Queiroz (MALOCA)

Esta oficina já teve várias edições desde 2014, realizadas em diversos espaços públicos da fronteira: Bosque Guarani, Polo Astronômico, Ecomuseu, Refúgio Biológico e Conselho Comunitário da Vila C. Para esta edição faremos uma incursão pelo centro de Foz do Iguaçu. Serão analisados os elementos construtivos de acessibilidade, de sinalização e o atendimento às normas de acessibilidade brasileira (ABNT9050) em uma atividade de aproximação  às normas dos demais países da América Latina, colocando foco na necessidade de desenvolver a empatia entre o/a projetista e as necessidades de pensar a acessibilidade/mobilidade como um direito essencial.

Dia 09/10/17 | 9h30 | 15 vagas

Local: Centro da Cidade (transporte da UNILA saindo da barreira do PTI às 8h30)

 

 

Espaços de Acolhida e Diversidade

com Iran Giusti (CASA1) e Bruno Oliveira (CASA1/MALOCA)

A proposta desta oficina é debater a importância de pensar, projetar e viabilizar espaços que garantam a segurança de corpos dissidentes na cidade, articulado com a infraestrutura urbana e políticas de assistência social e saúde, já existentes. A oficina partirá da experiência da Casa 1, um centro cultural e república de acolhida de jovens LGBT expulsos de casa por suas orientações afetivo-sexuais e identidade de gênero, em funcionamento em São Paulo desde janeiro de 2015 por iniciativa militante e financiamento coletivo.

Dia 09/10/17 | 9h30 | 20 vagas

Local: Florestan Fernandes 3/PTI

 

Tarde | 14h00

Esto es arte porque lo dijo un europeo

com Bruno Oliveira (MALOCA)

Esta tem por objetivo reconhecer e questionar a origem de paradigmas da visualidade moderno/coloniais na América Latina e identificar suas reverberações em experiências artísticas contemporâneas. Neste sentido, visa rastrear processos de inclusão subordinada de visualidades latino-americanas no cânone artístico, bem como o condicionamento dessas práticas a categorias eurocentradas de entendimento da arte. Em contrapartida, exploraremos possibilidades dissidentes de construção estético-políticas a partir de produções artísticas contemporâneas.

Dia 09/10/17 | 14h00 | 20 vagas

Local: Florestan Fernandes 3/PTI

 

Mulheres Negras, Arquitetura e Espaços Sagrados

com Marina Galdino (Ile Ase Ogún Fúnmilaiyó), Estela Ramos (UNIME/ETNICIDADES/MALOCA) e Joice Berth (MALOCA)

A oficina tratará do protagonismo da mulher negra e da valorização do legado cultural africano a partir da análise dos espaços físicos dos terreiros no Brasil e em no continente africanos onde o culto nasceu, traçando um histórico de sua formação, a sua ligação com o espaço físico das Senzalas e dos Quilombos e a influência do culto aos Orixás na configuração desses espaços. Estudaremos também algumas outras configurações físicas de espaços religiosos e para que no final da oficina possamos entender as especificidades contidas nos espaços sagrados de matriz africana. Na segunda parte evidenciaremos a atuação das mulheres negras e seu relativo protagonismo no espaço urbano, tanto na apropriação quanto na produção da cidade, ao constituir um resistir (e re-existir) a partir das peculiaridades das maneiras de habitar segundo suas visões de mundo. Tomando como pano de fundo a cidade de Salvador, mulheres negras contribuíram efetivamente, pautadas por referências civilizatórias e concepções filosóficas de terreiros, para a constituição de bairros negros, como partes da cidade. O objetivo é levantar o debate pela perspectiva de mulheres negras acerca dos processos de formação da cidade nas referências culturais e ancestrais e discutir o tema, ainda ausente nos cursos de arquitetura e urbanismo. Espera-se identificar também outras formas culturais de produção de cidade, segundo realidades latino-americanas.

Dia 09/10/17 | 14h00 | 15 vagas

Local: Ilê Asé Oju Ogún Fúnmilaiyó (transporte da UNILA saindo da barreira do PTI às 13h00)

 

Tecnologias Sociais

com José Afonso Portocarrero (UFMT), Gabriel Cunha (MALOCA) e Marcos dos Santos (UFT)

Esta oficina propõe-se a executar com os/as participantes uma parede em taipa de pilão, técnica milenar de construção com terra crua. No âmbito das pesquisas e ações extensionistas do grupo de estudos interdisciplinares em Urbanismos e Arquiteturas do Sul, esta técnica muito utilizada por diversos povos, é reinterpretada como uma possibilidade de desenvolvimento de tecnologia social junto às comunidades rurais e urbanas, devido ao seu baixo custo e autonomia construtiva. A oficina cumpre o objetivo de resgatar e socializar esta técnica, oferecendo um contraponto aos materiais e técnicas construtivas “convencionais”, cuja programação tecnológica fica a cargo da indústria da construção civil, com alto impacto ambiental e social. Na oficina, a execução prática da técnica servirá como mote para incentivar a reflexão dos/as participantes acerca da necessidade de democratização tecnológica, como etapa indispensável na busca da transformação da realidade social.

Dia 09/10/17 | 14h00 | 20 vagas

Local: PTI/Canteiro Experimental

 

Manhã | 9h30

Tecnologías Sociales: Mapeos Culturales

con Ana Paula do Val (MALOCA) y Thiago Hoshino (MALOCA/RENAFRO/PPGD-UFPR)

Los mapeos culturales han sido objeto e instrumento de diversas iniciativas en la gestión pública y privada de la cultura, en lo que se refiere a la implantación de experiencias en el área cultural. La mayoría de estas experiencias de mapeo han utilizado el medio digital e hiperconectado como medio para mapear agentes, artistas, productores/as, entre otros/as protagonistas. Aún, en menor proporción, encontramos experiencias de mapeos culturales más empíricos. Estar en el campo y conocer el territorio y las interacciones sociales hace parte del proceso de cartografiar modos de vivir y de comprender la diversidad cultural de estas territorialidades. La experiencia empírica y la virtual pueden ser complementarias. La oficina pretende presentar estos contextos, por medio de un marco conceptual y práctico, trayendo estudios de casos que puedan colaborar para reflexiones sobre mapeos en el contexto de la diversidad cultural, de las nuevas tecnologías, métodos, recortes para las políticas públicas y transversalidades con otras áreas. Aún, se pretende hacer uma reflexión crítica sobre experiências de mapeos realizados con softwares libres y geolocalizados.

Día 09/10/17 | 9h30 | 30 cupos

Lugar: Florestan Fernandes 1/PTI

 

Etnografía de Accesibilidad en la Triple Frontera

con Karine Queiroz (MALOCA)

Esta oficina ya tuvo varias ediciones desde 2014, realizadas en diversos espacios públicos de la frontera: Bosque Guarani, Polo Astronômico, Ecomuseu, Refúgio Biológico y Conselho Comunitário da Vila C. Para esta edición haremos uma incursión por el centro de Foz do Iguaçu. Serán analizados los elementos constructivos de accesibilidad, de señalización y la atención a las normas de accesibilidad brasileña (ABNT9050) en una actividad de aproximación a las normas de los demás países de América Latina, colocando foco en la necesidad de desarrollar la empatía entre el/la proyectista y las necesidades de pensar la accesibilidad/movilidad como un derecho esencial.

Dia 09/10/17 | 9h30 | 15 cupos

Lugar: Centro de la Ciudad (transporte de la UNILA saliendo de la barrera del PTI a las 8h30)

 

Lugares de Axé en debates contemporáneos

con Fabio Velame (UFBA/Etnicidades) y Anaxsuell da Silva (UNILA/ORLA)

La oficina será realizada en el Ilê Asé Oju Ogún Fúnmilaiyó. Con la presencia de los religiosos de umbanda y candomblé. Como invitados el arquitecto y urbanista Fabio Velame de la UFBA y del Grupo de Investigación Etnicidades y el Antropólogo Anaxsuell da Silva de la UNILA del Grupo de investigación ORLA- Observatorio de las regiones en América Latina. Serán discutidas cuestiones acerca de los lugares de axé dentro y más allá de los muros de los terreiros. El espacio público y el privado de esas religiones. Los avances y dilemas contemporáneos de la utilización de los lugares de axé. Los lugares de axé en Salvador de Bahía y los procesos de resignificación de los espacios de religiosos de matriz africana en la triple frontera entre Brasil, Paraguay y Argentina.

Día 09/10/17 | 9h30 | 15 cupos

Local: Ilê Asé Oju Ogún Fúnmilaiyó (transporte de laUNILA saliendo de la barrera del PTI a las 8h30)

 

Espacios de Acogidas y Diversidad

con Iran Giusti (CASA1) y Bruno Oliveira (CASA1/MALOCA)

La propuesta de esta oficina es debatir la importancia de pensar, proyectar y viabilizar espacios que garanticen la seguridad de cuerpos disidentes en la ciudad, articulado con la infraestructura urbana y políticas de asistencia social y salud, ya existentes. La oficina partirá de la experiencia de la Casa1, un centro cultural y espacio de acogida para jóvenes LGBT expulsados de casa por sus orientaciones afectivo-sexuales e identidad de género, con funcionamiento en São Paulo desde enero de 2015 por iniciativa militante y financiamiento colectivo.

Día 09/10/17 | 9h30 | 20 cupos

Lugar:Florestan Fernandes 3/ PTI

 

Tarde | 14h00

Esto es arte porque lo dijo un europeo

con Bruno Oliveira (MALOCA)

Esta oficina tiene por objetivo reconocer y cuestionar el origen de paradigmas de la visualidad moderno/coloniales en América Latina e identificar sus reverberaciones en experiencias artísticas contemporáneas. En este sentido, busca rastrear procesos de inclusión subordinada de visualidades latinoamericanas en el canon artístico, así como el condicionamiento de esas prácticas a categorías eurocentradas de entendimiento del arte. En contrapartida, exploraremos posibilidades disidentes de construcción estético-políticas a partir de trabajos producidos por artistas.

Día 09/10/17 | 14h00 | 20 cupos

Lugar: Florestan Fernandes 3/PTI

 

Mujeres Negras, Arquitectura y Espacios Sagrados

con Marina Galdino (Ile Ase Ogún Fúnmilaiyó), Estela Ramos (UNIME/ETNICIDADES/MALOCA) y Joice Berth (MALOCA)

La oficina tratará del protagonismo de la mujer negra y de la valorización del legado cultural africano a partir del análisis de los espacios físicos de los terreros en Brasil y en el continente africano en donde el culto nació, trazando un histórico de su formación, su ligación con el espacio físico de las Senzalas y de los Quilombos y la influencia del culto a los Orixás en la configuración de esos espacios. Estudiaremos también algunas otras configuraciones físicas de espacios religiosos y para que al final de la oficina podamos entender las especificidades contenidas em los espacios sagrados de matriz africana. En la segunda parte evidenciaremos la actuación de las mujeres negras y su relativo protagonismo en el espacio urbano, tanto en la apropiación como en la producción de la ciudad, al constituir un resistir (y re-existir) a partir de las peculiaridades de las maneras de habitar según sus visiones de mundo. Tomando como telón de fondo la ciudad de Salvador, mujeres negras contribuyeron efectivamente, pautadas por referencias civilizatorias y concepciones filosóficas de terreros, para la constitución de barrios negros, como partes de la ciudad. El objetivo es levantar el debate por la perspectiva de mujeres negras acerca de los procesos de formación de la ciudad em las referencias culturales y ancestrales y discutir el tema, aún ausente en los cursos de arquitectura y urbanismo. Se espera identificar también otras formas culturales de producción de ciudad, según realidades latinoamericanas.

Día 09/10/17 | 14h00 | 15 cupos

Lugar: Ilê Asé Oju Ogún Fúnmilaiyó (transporte de la UNILA saliendo de la barrera del PTI a las 13h00)

 

Tecnologias Sociales

con José Afonso Portocarrero (UFMT), Gabriel Cunha (MALOCA) y Marcos dos Santos (UFT)

Esta oficina se propone ejecutar con los/as participantes una pared en tapia, técnica milenaria de construcción con tierra cruda. En el ámbito de las pesquisas y acciones de extensión del grupo de estudios interdisciplinares de Urbanismos y Arquitecturas del Sur, esta técnica muy utilizada por diversos pueblos, es reinterpretada como una posibilidad de desarrollo de tecnología social junto a las comunidades rurales y urbanas, debido a su bajo costo y autonomía constructiva. La oficina cumple el objetivo de rescatar y socializar esta técnica, ofreciendo un contrapunto a los materiales y técnicas constructivas “convencionales”, cuya programación tecnológica queda a cargo de la industria de construcción civil, con alto impacto ambiental y social. En la oficina, la ejecución práctica de la técnica servirá como lema para incentivar la reflexión de los/as participantes acerca de la necesidad de democratización tecnológica, como etapa indispensable en la búsqueda de la transformación de la realidad social.

Día 09/10/17 | 14h00 | 20 cupos

Lugar: PTI/Canteiro Experimental

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